Órion, Betelgeuse e Aldebarã

Na imagem, pode-se observar a afamada constelação de Órion, — o caçador que, segundo a lenda, persegue o escorpião, como infortúnio de uma maldição de Hera — levantando-se sobre o telescópio Submilimétrico (SEST), do Observatório Europeu do Sul (ESO), em La Silla, Chile.

Y. Beletsky/ESO

Grandioso conjunto de estrelas, a constelação de Órion avizinha-se ao equador celeste, o que faz ser possível vê-la nos dois hemisférios. Dentro da constelação, a Nebulosa de Órion reside logo acima do cinturão do caçador, conhecido, no Brasil, por “Três Marias”. A nebulosa consiste de uma mancha, cujas cores, azul e rosa, combinam-se num fabuloso espetáculo celeste.

Ali, encontra-se um verdadeiro berçário celeste, em que milhares de estrelas estão sendo forjadas neste momento. Os pesquisadores observam, através de telescópios, numerosas estrelas envolvidas por uma camada de poeira e gás. Estas estrelas jovens e turbulentas mantém, ao redor de si, discos protoplanetários.

A imagem também evidencia as notáveis gigantes vermelhas, Betelgeuse e Aldebarã, pertencentes às constelações de Órion e Touro, respectivamente. As estrelas podem ser vistas à esquerda do grande prato do telescópio.

Y. Beletsky /ESO

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